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CRIANÇA COM DOR NA COLUNA: O QUE FAZER?

O incômodo geralmente se  manifesta durante a fase escolar, quando a criança já carrega o peso de livros  e cadernos e passa bastante tempo sentada fazendo as tarefas. Segundo estudo  publicado no jornal científico American Journal of Neuroradiology, cerca de 50%  das crianças terão sentido alguma dor nas costas até os 15 anos. Mas, de acordo  com os especialistas, o desconforto dificilmente surgirá antes dos 5, pois a  musculatura ainda não sofreu desgaste. Fique de olho se o seu filho tem 2, 7 ou  14 anos, pois é quando acontecem os chamados estirões de crescimento e também é  comum sentir o desconforto.

Quais são as principais causas?

Má postura ou distensão muscular  e tensão causadas durante um jogo de futebol, uma brincadeira ou uma queda, por  exemplo, são alguns dos principais gatilhos. Carregar excesso de peso na  mochila escolar também é comum, pois causa desconforto nos músculos, nas  articulações, no pescoço e nos ombros.

A longo prazo, a carga extra  afeta a postura da criança, o que pode levar à escoliose (quando a coluna fica  mais inclinada para um dos lados), hiperlordose (aumento da curvatura da coluna  cervical e/ou lombar) ou hipercifose (a famosa corcunda, um aumento na  curvatura da coluna torácica). E mais: a obesidade infantil, problema que  atinge uma em três crianças no Brasil, segundo dados do IBGE, também pode  provocar dores. O acúmulo de gordura na região lombar sobrecarrega a coluna e  pode enfraquecer os músculos que a sustentam.

Qual é a mochila mais adequada  para levar à escola?

Até 5 anos, o ideal é que a  criança carregue apenas a lancheira e a mochila, com trocas de roupa, por  exemplo, fique a cargo dos adultos [muitas escolas a recebem na segunda e a  retornam na sexta]. A partir dessa idade, a melhor opção dependerá da rotina e  do conforto do seu filho. Se a escola tem lances de escada, prefira os modelos  com duas alças largas. Neste caso, escolha uma de acordo com o tamanho da  criança, que tenha encosto maleável e divisórias para ajudar na distribuição do  peso. Outra alternativa é a mala de rodinhas. Mas, atenção: ela pode até  aliviar as costas, mas sobrecarrega um único braço, portanto, é importante  alterná-los ao arrastá-la. Seja qual for a opção escolhida, o peso não deve  ultrapassar 10% da massa corporal da criança – o que significa que, se ela tem  40 quilos, a mala deve pesar, no máximo, quatro. Aproveite para estimular a  organização: incentive-o a se planejar e checar quais materiais serão usados em  tal dia.

Qual é a melhor postura para a  criança fazer as tarefas?

Ela precisa se sentar em uma  cadeira confortável, sobre o osso ísquio, localizado abaixo do glúteo, e manter  as costas retas, alinhadas com o encosto da cadeira. No começo será difícil  manter a posição, mas seja persistente e alerte o seu filho sempre que o vir  com as costas curvadas. Ao usar qualquer aparelho eletrônico, como notebook ou  tablet, oriente-o a não deixá-los apoiados no colo. O ideal é que fiquem sobre  um móvel, na altura dos olhos, assim ele não precisa olhar para baixo ao  manuseá-los, o que poderá causar dores na região cervical. Mas, para leituras  longas, que exigem mais conforto, vale trocar a cadeira por um sofá – o que não  significa pôr tudo a perder! Coluna reta e pescoço apoiado no encosto continuam  valendo, OK? E como ter disciplina corporal também é cansativo (pelo menos até  se tornar um hábito), libere uma pausa de cinco minutos a cada 40 para o seu  filho relaxar. Estimule-o a caminhar e tomar água.

Quando a dor nas costas sinaliza  algo grave?

No momento em que ela passa a ser  recorrente. Sempre que seu filho reclamar, pense nas atividades do dia que  podem ter causado um desconforto maior na criança, como um novo exercício  físico. Nesse caso, o incômodo costuma desaparecer sozinho e rapidamente. Mas,  se a reclamação já se estende por mais de uma semana, é essencial procurar um  ortopedista antes que a dor se torne crônica. Alerta vermelho se a criança  também apresentar sintomas como febre, alteração de sensibilidade ou perda de  força nos membros inferiores, pois podem indicar infecções.

A genética é um fator de risco?

Sim. Pesquisadores da  Universidade de Utah (EUA) analisaram dados de mais de 1 milhão de moradores do  estado que dá nome à instituição e verificaram que, quem sofria com dor nas  costas, tinha, ao menos, um parente com o mesmo histórico.  Os riscos aumentavam quando esses familiares  eram de segundo ou terceiro graus. Em elos diretos, como pai, mãe ou irmãos, as  chances cresciam mais de quatro vezes.

Como escolher o colchão e o  travesseiro?

Apesar de raras, dores causadas  por má postura durante o sono podem surgir. Para escolher um bom travesseiro,  faça o teste: deite a criança de lado e veja se o modelo deixa o pescoço, a  cabeça e a coluna alinhados. Sim? Pode levar! Já os colchões mais indicados são  os de espuma, ainda que firmes. A densidade varia de acordo com o peso e a  altura da criança – até os 3 anos, por exemplo, a mais adequada é a 18 (D18).  Até 50 kg, a recomendada é a D23. 

Qual é o tratamento?

Ele vai depender do diagnóstico  médico, o que pode variar de acordo com a causa. O ideal é prevenir desde cedo.  E a atividade física é a melhor maneira de reforçar a musculatura da coluna. A  natação é uma das mais recomendadas para as crianças, já que tem baixo impacto  devido à ação da água e ajuda no equilíbrio e sustentação. Outra opção é o  pilates, pois alonga e fortalece os músculos. Lembre-se também de sempre  orientar o seu filho quanto à postura. Caiu algo no chão? Ensine-o, por  exemplo, a agachar, e não dobrar a coluna (e você deve fazer o mesmo, claro!).  Outra medida importante é deixar um ou dois dias livres na semana da criança  para que ela descanse sua musculatura, sem atividades que exijam uma mesma  posição por muito tempo.

A prevenção  é a melhor forma de evitar sofrimento com  dores   na coluna ou desenvolver  problemas ainda mais sérios.  A Franquia  Doutor Hérnia, além de oferecer um   tratamento especializado para   hérnia de   disco, dores no nervo  ciático e patologias da coluna vertebral,   evitando  cirurgias da coluna  em mais de 95% dos  casos, também conta com tratamentos  especializados na prevenção das dores na  coluna e tratamento para alterações   posturais. 

 

 

Fonte: revistacrescer.globo.com/  Doutor Hérnia

     

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