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Dor na Coluna Lombar: A Importância do Diagnóstico

A dor lombar é um sintoma clínico comum em adultos podendo também acometer adolescentes e em menor proporção crianças. Ela é a segunda causa de dor que incide no ser humano, sendo a primeira, a dor de cabeça. Ao longo da  vida 80% dos indivíduos terão dor lombar. Estima-se em 5 % de novos casos ao  ano.

A dor na coluna lombar é classificada em aguda e crônica. É aguda quando  apresenta duração menor que 28 dias e resultante de uma patologia de pouca  gravidade. Caso a dor na coluna lombar persistir por até 12 semana ou mais, é considerada crônica e representa de 1% a 5% dos casos. Quando ocorrer pinçamento de nervos das regiões lombares e sacrais, temos a dor ciática que se apresenta em até 40% dos indivíduos ao longo da vida. Em 75% dos casos, não se consegue identificar a causa que desencadeou a dor devido a complexidade anatômica das estruturas da coluna. Nos dias atuais com as novas técnicas de imagem (ressonância magnética) houve uma melhora do reconhecimento das estruturas envolvidas.

Entre as principais causas de dor aguda temos: hérnia de disco, fraturas de corpos vertebrais, estiramento muscular ou ligamentar e doenças das articulações interapofisárias posteriores. Estas dores poderão evoluir para um  processo crônico em determinadas situações.
As dores crônicas na Coluna Lombar tem diferentes causas e entre as mesmas são reconhecidas:
 
  • Mecânico-posturais (posturas viciosas, obesidade, gravidez,  esforços repetitivos, sequelas neurológicas);

  • Degenerativas (estenose do canal vertebral, artrose das  articulações interapofisárias posteriores);

  • Congênitas (cifoescoliose, lordose, espondilolistese –  escorregamento de um corpo vertebral sobre outro);

  • Inflamatórias (espondilite anquilosante, espondiloartropatias,  artrite psoriásica, artrite reativa, artrite reumatóide juvenil);

  • Infecciosas, tumorais (metástases ósseas, mieloma múltiplo) e  metabólicas (osteoporose);

  • Psicológicas (fibromialgia e dor miofascial).

Alguns  fatores contribuem para uma maior dificuldade na abordagem do paciente:

  • Incompatibilidade entre os achados clínicos e os exames de  imagem;

  • Dificuldade em se determinar o local que deu origem à dor, em  parte decorrente da complexidade da inervação da região;

  • As contraturas musculares não se acompanham de uma lesão demonstrável  ao exame de imagem;

  • Dificuldade na interpretação dos fenômenos dolorosos.

É  importante conscientizar o paciente dos fatores de risco que desencadeiam a dor lombar, pois, vários deles dependem da aderência do mesmo para que o tratamento  tenha sucesso:

  • Idade;

  • Estilo de vida (sedentarismo, alcoolismo e tabagismo);

  • Exercícios inapropriados ou a não realização dos mesmos;

  • Sobrepeso e obesidade;

  • Desobediência às regras básicas de postura;

  • Ter já padecido de dor lombar.

 Essas regras com exceção do fator idade e de já ter tido dor  lombar deverão ser obedecidas, pois, caso contrário a dor estará presente.  Essas instruções são para sempre e caso o paciente apresentar nova crise e ter  seguido as regras o profissional deverá reavaliar o seu caso. O retorno  da dor lombar após um ano de tratamento em que o paciente está assintomático é  da ordem de 21%. A não melhora desses casos deve na maioria das vezes da desobediência das orientações e da falta de adesão aos fatores de risco; os  fatores psicológicos (depressão) também deverão ser levados em consideração.

É obrigatório que o paciente seja informado e conscientizado  a respeito de sua doença e do raciocínio do profissional que estiver o assistindo. Este deve se assegurar que foi compreendido, o que possibilitará uma melhor  evolução de sua doença.

Na Franquia Doutor Hérnia™, o diagnóstico das disfunções se realiza por meio da história clínica completa do paciente, análise da imagens  dos exames (ressonância magnética ou tomografia) e exame físico completo.


Fonte: Doutor Hérnia.

 

      

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